quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

No silêncio de um olhar.

Desabafou:
-Nunca achei que pudesse ser tão dependente de alguém, não alguém específico. Só alguém do meu lado.
Ela, corando sem perceber, concordou:
-Sei como é. Às vezes sinto como se meu coração precisasse de uma pessoa para fazer valer a pena todo aquele esforço de bater.

Um silêncio de três tempos e um olhar incerto.

-Você faz tudo valer a pena.




quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Sophia cravo e canela

O dia amanheceu com cara de choro, diferente do meu humor. Pareceu apenas a combinação perfeita. Da mesma forma como meus cabelos bagunçados eram perfeitos para um dia de sol e não de chuva. Exatamente da mesma forma com que a minha roupa séria divertia a olhos de terceiros. A minh'alma amanheceu florida. Meu humor cheirava a cravo e canela e nada parecia ter a mais remota possibilidade de interferir.

Então choveu, mas não liguei para a chuva que molhou meus cabelos embaraçados e encharcou minhas roupas; eu simplesmente senti. Senti cada gota, vivi a rota que cada uma percorria na minha pele. Vários calafrios. Não vou negar, a sensação foi boa. Demora, mas uma hora você entende que a vida é muito curta e até a chuva é motivo para comemorar.

Aliás, como chove nessa cidade.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Descoberta.

Então tudo fazia tanto sentido.
Todas aquelas marcas na pele eram para lembrar,
De cada coração que já havia partido.

Cada dia dói menos.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Reviravolta.

17/11/2010
Hoje eu acordei com uma vontade louca de ver a lua, mas o dia não amanheceu prometendo muitos raios de sol e muito menos um luar. Durante a manhã a temperatura subiu um pouco e as expectativas de ver a lua também. Já no final da tarde caiu um baita temporal, fiquei desapontada porque o dia havia começado a me dar esperanças.

18/11/2010
Acordei tarde pois fui dormir mais tarde ainda, contemplando a lua.


Sabe o que é? O mundo dá voltas.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Em uma palavra? Realista.

Qual é a graça de ser feliz? Poder contar para os outros?
Eu sou feliz (pra caramba), mas por ser uma felicidade provida de coisas tão pessoais eu não vejo a necessidade de sair por aí falando pra todo mundo. A tristeza parece mais interessante, sei lá. Talvez tudo o que eu escreva seja fundamentado em experiências minhas ou talvez eu tenha apenas inventado.
Eu não sou pessimista, depressiva ou algo do tipo; eu só não vejo mais o mundo através das lentes cor-de-rosa de antes.
Se eu pudesse me definir em uma palavra? Realista.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Sai de casa e liga o Ipod, ouve Kanye West, só para variar. Anda distraída pensando em tudo e em nada. O olhar vago já não é mais aquele que encantava. A mente divaga e voa para um lugar longe. Os passos se tornam automáticos. Esses passos dados em sua própria companhia haviam se tornado parte de sua rotina fazia algum tempo. As cores do céu já não acompanham seu humor, tem cores contrastantes com suas emoções. Aliás, ela parecia contrastar com tudo ao seu redor. Nem suas roupas pareciam lhe pertencer, lhe descrever. Tantas histórias inacabadas, perguntas pendentes, desculpas esfarrapadas. O tempo do mundo parecia passar devagar demais para tudo aquilo que acontecia no tempo dela. Troca de música, Kid Cudi sai dos seus fones e ironicamente uma lágrima rola, seguida de uma risada saudosa. Ri pela intensidade de sentimentos que aquela música remete. Pousa o olhar, ainda aguado, em uma nuvem distante.
Desiste de apagar as memórias felizes que machucam,
elas simplesmente merecem permanecer ali.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A chuva aqui é para lavar.

Estou tentando, de verdade.
Quem sabe se você não fosse tão relâmpago (tão atraente e assustador) tudo isso seria mais fácil.
Cada vez que teu nome é pronunciado sinto aquele choque. Dá vontade de chamar você de meu.
É aí que vem o choque de realidade. O balde de água gelada (daquela que chega a doer).
Nada do que passei foi tão doce quanto nos textos.
Mas já faz dias que não sinto as gotas de chuva no meu rosto.
Pura ironia.
Vontade de chorar, só para combinar com a chuva lá fora.
Eu estou seguindo em frente, deixando que as gotas de chuva lavem minha alma.

Não é você, o problema sou eu - e a chuva em mim.

domingo, 17 de outubro de 2010

Lucidez matutina.


Eu espero o amanhecer como alguém que espera a vida começar.

Hoje, eu espero torcendo para o amanhã chegar.

Um dia eu torci para a noite ser mais longa,
mas hoje eu só peço,
passa dia!

Que é para a dor também passar.


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A quem possa interessar.

Talvez já tenha ultrapassado a quinta ou sexta vez que encaro esse espaço em branco nessa página da internet. Decidi então que iria escrever tudo o que viesse a mente e tentaria dizer a você (mesmo que sem sentido e coesão) tudo o que se passa em mim, embora a certeza de que você não venha a ler isso me dói um pouco aqui dentro.
Voltei depois de algum tempo, não muito longo, apenas longo o suficiente. Vim dizer para você que passou, que as lágrimas já não molham meu travesseiro na calada da noite. Dizer que por vezes tive vontade de chamar você de volta para mim, mas que ela logo me escapava. Assim como a chuva passa no dia de calor, como o que tivemos eu julguei ser amor, tudo passou. Meu conto de fadas, em que você me prometeu um príncipe - e por mais que nós dois neguemos você foi ele o tempo todo. Até quando você riu dos meus medos não me fez sentir frágil, me fez sentir segura. Como se não bastasse e contrariando sua vontade, você não foi cometa, não foi passageiro, não foi por um instante. Você foi meu Sol, amigo, foi meu chão, senhor dos meus sonhos.
Tudo sincero demais, intenso demais, insaciável demais e, talvez, rápido demais. Pelo menos para mim.
Cheguei a me questionar, tentando entender o que eu havia feito para perder-te assim tão facilmente. Para sempre. Promessas me ataram a ti assim como um barco se prende ao porto e todas as minhas tentativas (frustradas) de me afastar faziam com que eu no fim, voltasse para você. Como se meu barco não fosse livre e o oceano possuísse trilhos que me davam uma falsa sensação de distância e liberdade. Alguma coisa aconteceu dentro de mim. Me fechei aqui e quis provar que eu era boa o suficiente para você. Fiz papel de tola. Isso tudo não foi em vão. Virei boa o suficiente para mim, para não ser mais dependente do teu afeto - talvez nem tanto, quem sabe apenas o suficiente para mentir pelo tempo necessário.


Agora tudo passou, tudo quebrou, tudo curou.

Ou quase tudo.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Não quero que você entenda, apenas tente.


Nunca fui do tipo que se importa com o que os outros pensam. Sempre tive essa necessidade de ser ilegível e incompatível. Eu mesma, nunca tive a capacidade de me rotular e até hoje não sei se isso é bom ou ruim. Ouço músicas de icomensuráveis gêneros, me visto de acordo com meu humor e não sei se conseguiria abrir mão do meu estilo de vida para poder ajudar o mundo na luta contra o efeito estufa. Tornou-se comum ouvir de pessoas que conheço a pouco tempo que as surpreendi, que não correspondi a imagem que lhes havia transmitido. Paradoxal não acha?
Vantagem, desvantagem?
Não sei.
Aliás, quem sabe?


Talvez, as surpresas tenham apenas começado.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Panorama de mim.

Estou com saudades de momentos que não vivi,
fome de sabores que não experimentei,
medo do que está por vir,
frio pelo que incendiei.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Pursuit of happiness


Existem dias em que independente do que acontece ao meu redor eu me sinto incrivelmente feliz. Vontade de abraçar as pessoas, gritar palavras de carinho, gratidão e esperança ao mundo. Em dias como esse eu me canso das minhas músicas de sempre, fujo do lugar comum e procuro algo novo. Em dias como esse eu costumava ter vontade de mudar porque eu não tinha parado para reparar na mudança interna que acontecia. Todo dia eu mudo, a partir do momento que abro meus olhos no amanhecer eu, assim como você, tenho o direito de escolher que tipo de pessoa eu quero ser. Em dias como esse eu escolho ser o melhor de todas as Sophias, juntando o humor de uma, a alegria da outra, um pouco da paciência de todas elas e sem esquecer do otimismo de algumas.

Como diz @millorfernandes: "Sinto a sensação desagradável de ser feliz num mundo em que isso está fora de moda."

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sinceramente.

O desprezo machuca muito mais do que qualquer tipo de agressão. Torna-se complicado compreender porque as pessoas insistem em sentir falta de coisas, e indivíduos que não as respeitam, não as querem. Seria muito mais fácil começar do zero e gostar de quem os gosta, mas aparentemente o ser humano é muito mais fascinado e seduzido pelo desafio do que ele próprio imagina.
A realidade é triste, fria e cortante, mas é sincera.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Chaves, pessoas e analogias.

Sempre fui fascinada por chaves antigas. Inventava histórias; acho que porque elas sempre me deram a impressão de guardar um segredo. Adorava a ideia de que uma chave só podia pertencer a uma fechadura; comparava chaves e fechaduras às pessoas e isso me alegrava. Guardo algumas chaves comigo, assim como as lembranças, fantasias e segredos que um dia elas me proporcionaram.

(Na foto coisas que me agradam: chaves antigas e o pôr-do-sol.)

sábado, 10 de julho de 2010

Infeliz mania de brincar de Deus.

Acho que às vezes as pessoas me subestimam. Tenho a leve sensação da certeza de ser subestimada. Instável, ingênua, insegura e infantil. Mesmo se eu possuísse alguma destas características isso não caberia a elas. As pessoas tem essa necessidade absurda de controlar, julgar e criticar a vida e as atitudes de todos. Esquecem que suas vidas não param para que possam brincar de Deus na vida alheia. Enquanto eu estou aqui despretensiosamente expondo tudo o que me irrita, alegra ou ilude, existem várias pessoas que estão farejando meu defeitos e falhas para sentirem-se maduras, confiantes, sãs.
Um conselho: quer controlar uma vida que não seja a sua e que sofra influência total de sua opinião? Para de perder tempo comigo, (e com os outros) jogue The Sims.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

segunda-feira, 28 de junho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

FakeTales


Nós meninas crescemos vendo filmes de princesas e aprendemos a acreditar neles. Crescemos acreditando que um dia, apesar de todas as coisas ruins da vida, um belo príncipe irá surgir e nos tirar daquela vida medíocre para sermos felizes para sempre.
Nós esperamos.
Enquanto espera, você fica lá, vivendo. Até o dia em que ele cruza o seu caminho sem pretenção alguma. De repente você se encontra presa num conto de fadas (no mau sentido). Fica esperando o dia em que ele vai acordá-la com um beijo e levá-la embora em seu cavalo branco.
Nós esperamos.
Você espera, inocentemente, mas aquela não é a sua história. Aquele não é o seu príncipe. Ele já tem uma princesa, e você virou a vilã da história; você é a Madrasta, a Irmã Malvada, a Feiticeira. Essa não é a sua história. Difícil entender, depois de ver tantas vezes um conto idêntico ter um final feliz; porque o nosso não pode ter um também?

O mundo real é diferente do de duas dimensões, por mais difícil que seja de se aceitar.

qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência


(desenho meu de traços ruins e subliminar)

terça-feira, 15 de junho de 2010

Por dentro feliz, por fora ainda mais; na mente a idealização de uma dor que não me pertence.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Considerações à uma pessoa hipotética

Não são atitudes que me magoam e sim a contraditoriedade das atitudes.
Se você não sente, não diga sentir; se você não pretende cumprir, não prometa.
Existe muito mais em jogo do que uma relação.
São expectativas, sentimentos e crenças.
Que não são seus, assim como nada mais é.
Nem o afeto.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Conflitos internos e amnésia sazonal.

Sabe quando você tem tanto para dizer, mas as palavras fogem, lutam e recusam-se a sair? Quando você tem milhões de coisas para falar, respostas perfeitas formuladas, argumentos invíctos, mas ainda assim o que está na ponta da língua simplesmente não sai.
Decepção minha, comigo.
Quem sabe seja só algo temporário. Amnésia sazonal. Culpa do frio.
Gosto da idéia da amnésia... Pensar que esquecendo algumas coisas posso substituí-las. Gosto de fingir que esqueci tudo. (prometa não usar isso contra a minha pessoa num futuro não muito distante)
Esquecer, substituir, fingir.
Esqueço que substituí; substituo o que fingi; finjo que esqueci.

Tornar aborrecimentos desprezíveis é meu novo passatempo.
Ignorá-los. Esmagá-los. Extinguí-los.
A vida passou a ser ironicamente bonita.

LAZY MONDAY

"Bizarro é algo bom. O comum tem milhares de explicações. O bizarro dificilmente tem alguma"
House

sexta-feira, 21 de maio de 2010

sapequices de Sophia.

Pasmem a mulher aranha existe.

Esse negócio de mudar de bolsa nunca funcionou muito bem comigo, sempre acabo esquecendo de transferir algo. O objeto dessa vez foi a chave de casa.
Cheguei em casa crente de que minha irmã querida estaria me esperando. Dei de cara com a casa vazia, e só o eco da minha voz de resposta. Pensei um pouco no que fazer, pedi pezinho para o vizinho e escalei o muro da frente, fiquei de pé e consegui acesso ao segundo andar, tendo assim acesso ao resto da casa. Me senti muito delinquente e super-vilã. (eu sei que a mulher aranha deve ser uma heroína, mas eu me senti vilã)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Metaforicamente falando...

Besteira minha, mas tenho evitado pensamentos e lembranças ultimamente.
Tenho desejado a mudança com tanta força que quase posso tocá-la.
Pedi pro tempo passar depressa, pra tudo ser mais rápido, mais fácil.
Demorou, mas aprendi a aceitar que há males que vem para um bem maior.
Pensar em certos fatos como uma promoção melhora bastante a vida.
Fui um planeta, com problemas de dependência solar.
Quis mudar as leis do universo, tentei duelar com um buraco negro e perdi.
Perder fez parte da promoção, descobri que meu destino era ser uma supernova.
(mesmo que na minha própria dimensão)


Ouça: Champagne supernova - Oasis

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Para meu querido amigo Rob.

Sganadino duperensis
"robson diz:
AHUHUAHUAHHA
ta com cara de esganado
nisso tu acertou na mosca
Sophie diz:
olha só, na minha opnião
fica a dúvida
se ele tá esganando ou tá sendo esganado
a ira nos olhos é a mesma...
robson diz:
olhaaaaa
faz sentido
mas quem é esganado
sempre reage tentando esganar
ou seja
cerveja"

Um ano, 2 meses e 26 dias e Rex Potter

Demorou pra passar, achei que nunca chegaria nessa data.... o primeiro desaniversário do meu blog! Fazer um ano, 2 meses e 26 dias não é qualquer coisa não! Bota tempo ocioso e idéia de girico aí! Falando em tempo ocioso... Tenho tido muito na aula! (rs) Desenhei alguns dinossauros (meu novo passatempo) e coisas aleatórias... em doses homeopáticas eu mostrarei todas as fotos.

Hoje eu começo com o Rex Potter.


Simpático não acha?
Beijos (rawraw)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Na minha opinião, o legal de ter um blog é escrever aquilo que você pensa. Tudo espontaneamente, com autenticidade. Tá bom, você pode ter um blog... impedir você disso tá muito fora do meu alcance, mas ficar parafraseando outros blogs não tem graça. Estou revoltada.
PT SAUDAÇÕES

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Montanha de desculpas



É sempre assim, procuramos motivos pra nos acostumar as coisas ruins ou medianas... Contestar o comum é algo que vem desaparecendo da natureza humana. Fingimos que não ligamos, que não importa, tudo vai melhorar... Nos ocupamos com outras coisas, até que tudo o que aconteceu seja coberto por uma montanha de desculpas. Não existe motivo para que não sejamos o melhor e não tenhamos o melhor.
Dá sim pra ser feliz com o que se tem, mas sempre há mais... O mundo é um lugar cheio de novas oportunidades.

terça-feira, 27 de abril de 2010


Não é o fim do mundo, não vou fazer grande caso disso. Estou começando a me acostumar a perder rápido aquilo que eu gosto. No surprises. Na verdade, nem surpresa é. Não é o fim do mundo. Amizade é suficiente, mas não vou negar que preferia como era antes. No alarms. Toda vez que quero falar tantas coisas eu perco as palavras, por quê? No alarms and no surprises.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Defina inspiração: falar muitas coisas aleatórias em um curto espaço de tempo.
Créditos: Felipe Reinert (falcatrua mode: OFF)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Finding Nemo!

Fui uma criança frustrada, todos os meus peixinhos morriam... De vez em quando meu pai me leva ao mercado pra eu ficar olhando os peixinhos de longe! (rs)
#NOT
Num dia estamos por baixo, no outro estamos em cima. Viver num mundo onde alguns tem que sacrificar-se para que outros possam ser felizes não é o ideal, mas infelizmente é assim que funciona.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

In the mood for Amy

Poderia passar a tarde todinha ao som de Amy Winehouse... as músicas dela, além de terem letras incríveis, são músicas que não enjooam nunca (com exceção de Rehab, por motivos óbvios). A voz que é tão suave e tão imponente às vezes é algo que eu relmente admiro. Tenho pena dela por todas as coisas que ela passou. Fiquei muito feliz hoje quando li que ela está trabalhando em um novo projeto, mal consigo esperar pra poder ouvir às novas músicas dela!



"So am I insane or do I really see heaven in your eyes?
Bright as stars that shine up above you
In the clear blue sky, how I worry bout you
Just can't live my life without you
Baby come here, don't have no fear
Oh, is there wonder why
I'm really feeling in the mood for love"

Por enquanto me resta apenas afogar-me no maravilhoso mundo de Frank!

Beijos, S.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Xeque-mate

Que saudades de escrever aqui... Eu precisava voltar a postar, preciso continuar escrevendo pra por pra fora todas as milhões de idéias malucas e nonsense que eu tenho tido ultimamente.
Durante um longo tempo eu gastei horas pensando. Pensando sobre coisas aleatórias, sobre como eu sinto falta de coisas pequenas, como eu tenho me preocupado com pessoas pequenas; resolvi parar de pensar. Durante o tempo que eu não pensei cometi tantos erros, quase que sucessivamente. Minha vida virou algum tipo de jogo de tabuleiro, xadrez quem sabe. Eu estive perto do xeque-mate. Fiz burrices por impulso. Briguei com pessoas grandes pra mim... com quem eu não deveria brigar. Eu tive medo, uma angústia, de perder todos. Chorei na frente de desconhecidos e não me envergonhei. Foi então que eu percebi que chorar por uma causa nobre não era motivo para sentir vergonha. Reconquistar meus amigos era uma causa nobilíssima, por isso valeu a pena. Aos poucos tudo foi tornando ao seu lugar, meus amigos não deixaram de ser meus amigos, parei de errar em demasia, desaprendi a estudar (normal), penso em coisas aleatórias minuto após minuto, sinto falta de coisas cada vez menores e simples. Apenas uma coisa mudou, e essa para melhor. Prometi para meu eu que pessoas pequenas não fariam mais parte das minhas preocupações. "Sometimes I think, sometimes I don't..." É incontrolável, mas nada disso vai me por pra baixo.
Life is just too short! Take it easy!
Beijos S.