quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Pursuit of happiness


Existem dias em que independente do que acontece ao meu redor eu me sinto incrivelmente feliz. Vontade de abraçar as pessoas, gritar palavras de carinho, gratidão e esperança ao mundo. Em dias como esse eu me canso das minhas músicas de sempre, fujo do lugar comum e procuro algo novo. Em dias como esse eu costumava ter vontade de mudar porque eu não tinha parado para reparar na mudança interna que acontecia. Todo dia eu mudo, a partir do momento que abro meus olhos no amanhecer eu, assim como você, tenho o direito de escolher que tipo de pessoa eu quero ser. Em dias como esse eu escolho ser o melhor de todas as Sophias, juntando o humor de uma, a alegria da outra, um pouco da paciência de todas elas e sem esquecer do otimismo de algumas.

Como diz @millorfernandes: "Sinto a sensação desagradável de ser feliz num mundo em que isso está fora de moda."

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Sinceramente.

O desprezo machuca muito mais do que qualquer tipo de agressão. Torna-se complicado compreender porque as pessoas insistem em sentir falta de coisas, e indivíduos que não as respeitam, não as querem. Seria muito mais fácil começar do zero e gostar de quem os gosta, mas aparentemente o ser humano é muito mais fascinado e seduzido pelo desafio do que ele próprio imagina.
A realidade é triste, fria e cortante, mas é sincera.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Chaves, pessoas e analogias.

Sempre fui fascinada por chaves antigas. Inventava histórias; acho que porque elas sempre me deram a impressão de guardar um segredo. Adorava a ideia de que uma chave só podia pertencer a uma fechadura; comparava chaves e fechaduras às pessoas e isso me alegrava. Guardo algumas chaves comigo, assim como as lembranças, fantasias e segredos que um dia elas me proporcionaram.

(Na foto coisas que me agradam: chaves antigas e o pôr-do-sol.)

sábado, 10 de julho de 2010

Infeliz mania de brincar de Deus.

Acho que às vezes as pessoas me subestimam. Tenho a leve sensação da certeza de ser subestimada. Instável, ingênua, insegura e infantil. Mesmo se eu possuísse alguma destas características isso não caberia a elas. As pessoas tem essa necessidade absurda de controlar, julgar e criticar a vida e as atitudes de todos. Esquecem que suas vidas não param para que possam brincar de Deus na vida alheia. Enquanto eu estou aqui despretensiosamente expondo tudo o que me irrita, alegra ou ilude, existem várias pessoas que estão farejando meu defeitos e falhas para sentirem-se maduras, confiantes, sãs.
Um conselho: quer controlar uma vida que não seja a sua e que sofra influência total de sua opinião? Para de perder tempo comigo, (e com os outros) jogue The Sims.